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Mostrando postagens de novembro, 2017

Wajãpi-tradições

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os wajãpi possuem tradições festivas as quais são, a do milho,  mel e a do peixe e para que isso aconteça são convidados membros de outras aldeais para tocar , cantar e ajudar no consumo do caxiri que é preparado pelas mulheres do dono da festa . Em tempos de crises estas festas tomam um caracter religioso para aplacar o criador héroi, que sempre ameaça destruir a humanidade.  fontes: https://pib.socioambiental.org/pt/povo/wajapi/print https://pib.socioambiental.org/en/noticias?id=70927&id_pov=291

Arte dos wajãpi

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A arte gráfica   dos wajãpi  foi declarada obra-prima do patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade  pela UNESCO  : os índios desenvolveram a arte kusiwa. A   arte Kusiwa  ( um tipo de  representação gráfica  dos povos indígenas Wajãpi, que mostra o modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo .  Foi inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão, em 2002) ela surgiu  graças ao trabalho da antropóloga Dominique Gallois, da Universidade de São Paulo, e do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que encantados pelas esculturas se uniram pra a continuação da ar te .   .  fonte: https: //g1.globo.com/ap/amapa/noticia/arte-indigena-kusiwa-do-amapa-tem-reavaliacao-inedita-pelo-iphan.ghtml http://viramundoemundovirado.com.br/os-wajapi-e-a-arte-kusiwa-estao-sob-ameaca-na-amazonia

Tribo Wajãpi

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Wajãpi, Wayãpi, Waiãpi, Oiampi ou Guarampis são um povo indígena do norte da América do Sul cuja língua pertence à família linguística tupi-guarani. No Brasil, estão distribuídos em treze pequenas aldeias situadas em áreas protegidas do centro-oeste do estado do Amapá, na região delimitada pelos rios Oiapoque, Jari e Araguari , junto aos limites do Pará com o Suriname e a Guiana Francesa. Um outro grupo está localizada na Guiana Francesa. Nos últimos 25 anos, os Wajãpi têm tido um crescimento populacional constante, sendo que, depois de 1973, quando se deu o contato com a Funai, a taxa de natalidade aumentou significativamente. Na época do contato, havia, no Brasil, 151 indivíduos. Quinze anos depois, somavam 310 indivíduos. No início dos anos 1990, eram 498 indivíduos no Brasil (censo de 1994) e 412 na Guiana Francesa (censo de 1992), totalizando uma população de aproximadamente 910 pessoas. Em 2009, eram cerca de 956 pessoas, segundo a Funasa. Os Wajãpi só conseguiram demarcar...

Irikawa maryba dos Waimiri-Atroari

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O Irikwa maryba (ritual dos mortos-vivos) é realizado quando algum espírito maligno está se aproximando da aldeia com o objetivo de acalmá-lo e afastá-lo; ou quando da morte de algum parente, para que sua alma não fique vagando pelo mundo dos vivos. Irikwa é uma entidade que não traz bons agouros. Vive na floresta e o kinja que a avistar é fadado a definhar até perecer, não havendo tratamento para esse tipo de contágio. O irikwa maryba é feito sempre que necessário, de maneira que não há uma periodicidade em sua realização. Fonte:  https://pib.socioambiental.org/en/povo/waimiri-atroari/699 https://pib.socioambiental.org/pt/povo/waimiri-atroari/698

População dos Waimiris-atroaris

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Waimiri-Atroari é uma tribo indígena que habita o Sudeste do estado brasileiro de Roraima e o Nordeste do estado brasileiro do Amazonas, mais precisamente a Área Indígena Waimiri-Atroari. [São do ramo linguístico Karib cujo território imemorial de ocupação está situado entre os rios Uatumã, Negro e Branco.] Durante a ditadura militar, a construção de três empreendimentos: a rodovia BR-174, a usina hidrelétrica de Balbina e a instalação de mineradora em Pitinga culminaram no extermínio de 526000 hectares de terra indígena. Durante esse processo, mais de 2500 pessoas pertencentes a esse povo foram mortas pelo exército brasileiro. Após ser denunciado internacionalmente, o Governo Federal foi obrigado pelas instituições financiadoras da Hidrelétrica de Balbina a criar medidas compensatórias aos Waimiri-Atroari pelos os danos causados ao seu território. A primeira providência adotada foi a demarcação (em 1987) de uma terra com superfície de 2.585.911 hectares, de conformidade ...

Artesanato dos Waimiri-Atroari

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Mesmo já possuindo utensílios industrializados, os Waimiri Atroari conservam sua rica cultura material, com destaque para as cestarias com grandes variedade de formas, utilidade e motivos gráficos, que expressam a visão de mundo dos Waimiri Atroari inspirado nos elementos da natureza e em seu universo mítico. Atualmente os Waimiri Atroari têm no artesanato uma das fontes de renda para aquisição dos artigos industrializados dos quais já dependem. A venda é feita em Manaus por intermédio do Programa Waimiri Atroari que utiliza as peças, na divulgação da cultura dos Kinja, através de exposições e outros eventos. Fonte: http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/galeria-de-imagens/467-artesanato/2377-artesanado-waimiri-atroari  http://waimiriatroari.org.br/arte.htm

Religião dos povos Guarani - xamã e tupã

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 Entre os povos tupi-guarani, o xamã é denominado pajé, a pessoa que lida com as conexões entre seres vivos, a natureza, humanos vivos e mortos. A característica comum dos povos indígenas brasileiros no que tange à religião é o xamanismo, Entre os povos tupi-guarani, o xamã é denominado pajé, a pessoa que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns e lidando com as conexões entre seres vivos, a natureza, humanos vivos e mortos. Fontes : https://www.todamateria.com.br/cultura-tupi-guarani/(Cultura Tupi-Guarani) fonte da imagem :https://www.oficinadeconsciencia.com.br/cura_ancestral_guarani.htm   O povo guarani  acredita em um deus supremo, que chamam de deus do trovão e o denominam de tupã .Os   índios acreditavam que a voz de tupã podia ser ouvida durante as tempestades. Eles acreditavam que este era o deus da criação, o deus da luz, e sua morada seria o sol fontes:  https://pt.wikipedia.org/...